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SHEMA ISRAEL, ADONAI ELOHENU, ADONAI ECHAD! DEUT 6:4

 

ANIVERSÁRIO

Feliz Aniversário!!!

Chegou o dia. Mais um ano, mais um aniversário, mais presentes, mais algumas expectativas, sonhos ao fechar os olhos e fazer seus pedidos... Quer continuar comemorando assim o seu aniversário ou está aberto a mudanças?

O Talmud nos diz que na data do aniversário judaico o mazal, sorte, da pessoa é dominante. É certamente mais que uma ocasião para receber presentes; é uma chance de festejar, agradecer e refletir sobre o que está realizando atualmente em sua vida. Este é o dia em que você nasceu, em que a sua vida começou e é também o dia em que sua vida pode mudar.

O aniversário ensina o conceito de renascer. Festeja-lo é celebrar um novo começo. Não importa como as coisas transcorreram ontem, ou ano passado, temos sempre a capacidade de tentar de novo. Nossos sábios explicam que no dia do aniversário, com nossa sorte aumentada, torna-se o momento oportuno para fazer um balanço de nossas realizações passadas e assumir novas decisões.

O aniversário é mais um estágio em nosso desenvolvimento e a ocasião propícia para uma introspecção. Aproveite para pensar sobre o papel que a Torá ocupa em sua vida. Pergunte para si mesmo qual a distância dos atos que você praticou daqueles que você ainda pode praticar e adicionar.

Investigue francamente: "Estou utilizando meu tempo apropriadamente ou o desperdiçando em coisas fúteis e passageiras? Como posso aproximar o caminho que conecta minha vida exterior à minha vida interior?"

A mesma energia que D'us investiu no instante de sua concepção está presente a cada ano mais uma vez. Aproveite a chance. Comece com a introdução de pequenos atos. É muito fácil declarar que você está simplesmente agradecido; torna-se muito mais significativo, no entanto, demonstra-lo através de uma boa ação, algo que não fez ontem. Não porque alguém lhe está convencendo a fazê-lo ou forçando-o, mas simplesmente porque a voz de sua alma quer expressar a gratidão que sente por ter nascido e estar viva.

É simples, planeje uma festa! Convide sua família e reuna seus melhores amigos. Alimente e nutra bem seus amigos. Além dos comes e bebes casher que os farão sair da dieta habitual, prepare uma comida espiritual. Fale um assunto de Torá (descole um rabino ortodoxo moderno, mente ampla e cuca fresca, mas profundamente engajado em temor a D'us e cumprimento de mitsvot - ações quentíssimas da Torá - praticadas com amor e sabedoria). Recite no Tehilim, Livro dos Salmos, o capítulo correspondente ao ano que completará em sua próxima data de aniversário.

Deixe exposta uma caixinha de Tsedacá (caridade) e coloque um valor que ficará a seu critério. Incentive seus amigos a fazerem o mesmo, explicando que não se trata de nenhuma poupança ou fundo de investimento pessoal, mas universal - para ser posteriormente doada aos pobres e instituições beneficentes. Se o seu aniversário cair em um Shabat ou Yom Tov, dê tsedacá na véspera, antes do horário do acendimento das velas.

Quer aumentar suas ações positivas nesta data? Então se possível, adquira uma fruta que ainda não tenha provado este ano para recitar a bênção de Shehecheyánu:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiánu lizman hazê.

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época.

No caso de homens, é costume ser chamado à Torá no Shabat precedente ao aniversário.

Não é simples? Faça um l'chayim (isto sou eu quem aconselho!) e tenha uma vida longa e plena, com Torá e mitsvot. Qualquer mitsvá dá uma grande satisfação a D'us, porque ele vê que a criança na qual Ele investiu está vivendo conforme seu potencial.

Esta é a verdadeira experiência do nascimento, o começo verdadeiro para uma vida significativa.

Não se esqueça de agradecer a Ele, o primeiro a entrar em sua vida, seu convidado permanente, o maior amigo desde o dia de seu nascimento:
aquele que certamente nunca lhe abandonará: D'us.

Clique aqui para pesquisar a data judaica de seu aniversário.
 
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PORQUE VOCÊ NASCEU?
 

Numa reunião de família que celebrava o nascimento de uma criança, o Rebe explicou os três motivos para se alegrar numa ocasião dessas: o júbilo de toda a nação pelo nascimento de um novo membro, a alegria dos pais por serem abençoados com um filho, e a alegria da criança por ter sido trazida ao mundo.

"Mas como podemos celebrar quando ainda não sabemos o que a criança será?" perguntou um homem.

"O nascimento marca o momento em que a alma entra no corpo" – disse o Rebe. "E como a alma está conectada diretamente a D’us, este é motivo suficiente para se alegrar."

Por que você nasceu?

O processo da vida é muito mais que simples biologia. Uma pessoa não está plenamente viva a menos que esteja sintonizada com o propósito mais elevado de sua alma, a menos que conheça sua missão.

Seu nascimento significa que você é filho de D’us. Seu nascimento não foi apenas um acidente; D’us escolhe cada um de nós para desempenhar uma missão específica neste mundo, assim como o compositor organiza harmoniosamente cada nota musical.Tire uma nota que seja, e a composição se desintegra. Cada pessoa tem seu valor; cada pessoa é insubstituível. Sua vida está sempre o levando na direção de seu destino, e todo momento é significativo e precioso.

Muitas pessoas parecem sentir que, apenas porque não escolhemos vir ao mundo, nosso nascimento é um golpe de coincidência ou do acaso. Isso não poderia estar mais longe da verdade. O nascimento é a maneira de D’us dizer que Ele investiu Sua vontade e energia para criar você; D’us sente grande alegria quando você nasce, o maior prazer imaginável, pois o instante do nascimento engloba o potencial de todas as futuras realizações.

Quando, exatamente, começa a vida?

No nascimento, a alma entra no corpo, criando uma vida que se sustenta, um ser humano autônomo. Um feto, obviamente, é um organismo vivo completo com cérebro em funcionamento, coração e membros. Mas é somente uma extensão, embora viva, da mãe. Contém a vida, mas ainda não é independente, sustentado por sua própria força.

Portanto, o instante do nascimento assinala o início de nossa missão na terra, que é transformar nosso mundo material num veículo de expressão espiritual e Divindade. O processo da vida é muito mais que simples biologia.

Cada um de nós tem uma opção: podemos estar meramente vivos no sentido biológico ou podemos ser realmente vivos, espiritualmente vivos.

 Uma pessoa não está plenamente viva a menos que esteja sintonizada com o propósito mais elevado de sua alma, a menos que conheça sua missão.

Muitos de nós sentimos um lado espiritual em nossa vida. Talvez o busquemos apenas de tempos em tempos. Mas como estamos tão ocupados com nossa vida diária e tão famintos pela gratificação instantânea, esquecemos – ou jamais separamos tempo para aprender – por que, para começar, estamos aqui.

Cada um de nós tem uma opção: podemos estar meramente vivos no sentido biológico ou podemos ser realmente vivos, espiritualmente vivos. Mesmo como adultos, podemos viver da maneira que um feto vive – comendo, bebendo e dormindo, uma pessoa completa que carece de seu elemento mais vital: uma alma. Ou podemos aproveitar nossa capacidade para sermos espiritualmente sensíveis, e participar do mundo.

É tentador passar nossa vida num estado semelhante ao do feto. Até os Sábios admitem isso: ‘É mais agradável não nascer do que nascer." Não seria mais fácil passar pela vida aquecido e bem alimentado, protegido do mundo exterior, que suportar as difíceis batalhas da vida que todos teremos de conhecer?

De fato, muitos tentam se isolar, reagindo à vida mas nunca se envolvendo nela por completo.

"O nascimento é D’us dizendo que você é importante" – O Rebe

Sob esta ótica, vemos que o nascimento, acima de tudo o mais, é um desafio, o primeiro e talvez o mais difícil que jamais enfrentaremos.

Por um momento, pense sobre as experiências de um bebê. Agora tente imaginar seu próprio nascimento. Que momento monumental! Que sentimentos você teve? Que vozes escutou? Cientistas e psicólogos estão apenas começando a reconhecer aquilo que a Torá tem ensinado durante milhares de anos: que nossas experiências como recém-nascido têm um profundo impacto em nossa psique interior. Um recém-nascido é tão receptivo como uma esponja seca.

Escuta talvez ainda mais que um adulto; exatamente porque sua mente consciente ainda não funciona, e porque não entende as palavras, um recém-nascido é muito mais impressionável. Absorve tudo em seu ambiente na forma mais pura, sem ser adulterada pelo ego ou intelecto adulto.

A educação, portanto, começa no momento em que a criança nasce. Isso nos apresenta uma profunda responsabilidade sobre como nos comportar na presença de uma criança, e como tratamos as crianças desde o instante do nascimento. Lembre-se: a alma de um recém-nascido está completamente viva, com ouvidos abertos que escutam tudo.

Um respeitado rabino, quando bebê, era carregado com freqüência em seu cestinho para ouvir preces e canções. Ele cresceu e se tornou um grande erudito e, em reconhecimento à maneira pela qual fora criado, era cumprimentado muitas vezes com a bênção: "Abençoada seja aquela que lhe deu à luz."

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