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SHEMA ISRAEL, ADONAI ELOHENU, ADONAI ECHAD! DEUT 6:4

 

Quais os Padrões de Deus da Moralidade Sexual?

  ATUALIZAÇÕES NO FIM DO TEXTO  
 

CLIC!!!

 

“Venerados sejam entre todos o Matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição e ao adultério Deus os julgará [condená-los-á]” (Hb 13,4).

”O Cristão, antes de mais nada, precisa de ser moral e sexualmente puro” (cf. II Cr 11,2; Tito 2,5; I Pedro 3,2).

A palavra "puro", aqui, significa livre de toda a mácula de lascívia. O termo refere-se à abstenção de todos os atos e pensamentos que incitam desejos incompatíveis com a virgindade e a castidade, ou com os votos matrimoniais da pessoa.

Refere-se, também, ao domínio próprio e à abstenção de qualquer atividade sexual, que contamina a pureza da pessoa diante de Deus. Isso abrange o controle do corpo "em santificação e honra" (I Ts 4,4), e não em "concupiscência" (" 4,5).

Este ensino das Escrituras é tanto para os solteiros como para os casados.

No tocante ao ensino bíblico sobre a Moral Sexual, vejamos o seguinte:

(1) A intimidade sexual é limitada ao Matrimônio. Somente nesta condição ela é aceita e abençoada por Deus (cf Gn 2,24; Ct 2,7; 4,12).

Mediante o casamento sagrado, marido e mulher tornam-se "uma só carne", segundo a vontade de Deus. Os prazeres físicos e emocionais normais, decorrentes do relacionamento conjugal fiel, são ordenados por Deus e por Ele honrados.

(2) "O adultério, a fornicação, o homossexualismo, os desejos impuros e as paixões degradantes, são pecados graves aos olhos de Deus", por serem transgressões da lei do Amor (Ex 20,14), e profanação do relacionamento conjugal.

Tais pecados são "severamente condenados" na Sagrada Escritura (ver Pv 5,3), e "colocam o culpado fora do Reino de Deus" (Rm 1,24-32; I Co 6,9-10; Gl 5,19-21).

(3) A imoralidade e a impureza sexual não somente incluem o ato sexual ilícito, mas também qualquer prática sexual com outra pessoa que não seja seu cônjuge.

Há quem ensine, em nossos dias, que qualquer intimidade sexual entre jovens ou adultos solteiros, tendo eles "mútuo consentimento", é aceitável, desde que não haja ato sexual completo.

Tal ensino peca contra a Santidade de Deus e contra o Padrão bíblico da Pureza.
Efetivamente, Deus proíbe, explicitamente, "descobrir a nudez" ou "ver a nudez" de qualquer pessoa, a não ser entre marido e mulher legalmente casados (Lv 18,6-30;20:11,17,19-21).

 

CONCLUSÃO:

(4) O Cristão deve ter autocontrole e abster-se de toda e qualquer prática sexual antes do casamento, por mais difícil que seja.

Tentar justificar a intimidade pré-marital simplesmente com base num "compromisso" real, ou imaginário, é transigir abertamente contra os Padrões santos de Deus. É igualar-se aos modos impuros do mundo e querer deste modo justificar a imoralidade.

Depois do casamento, a vida íntima deve limitar-se exclusivamente ao cônjuge.

A Bíblia cita a virtude da Temperança como um aspecto do fruto do espírito Santo no Cristão, a conduta positiva e pura, contrastando com tudo o que representa prazer sexual imoral, como libertinagem, fornicação, adultério e impureza.

A nossa dedicação à Vontade de Deus, pela Fé e pelo Amor, abre o Caminho para recebermos a bênção do domínio próprio, a "Temperança" (Gl 5,22-24).

(5) Termos bíblicos descritivos da "Imoralidade Sexual", e que revelam a extensão desse mal:

(a) Fornicação - Descreve uma ampla variedade de práticas sexuais, pré ou extraconjugais.

Tudo o que significa intimidade e carícia fora do casamento é claramente transgressão dos Padrões morais de Deus para o Seu Povo (Lv 18,6-30; 20:11,12,17,19-21; I Co. 6,18; 1 Tes. 4,3).

(b) Lascívia - Denota a ausência de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo domínio próprio que leva à conduta virtuosa (cf I Tm 2,9).

Isso inclui a inclinação à tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e desse modo a pessoa torna-se partícipe de uma conduta anti-moral e anti-cristã (Gl 5,19; Ef 4,19; I Pe 2,18).

(c) Devassidão (sensualidade provocante e ofensiva) - Seduzir (ludibriar sensualmente), assediar (aproveitar-se ou explorar sexualmente) uma pessoa, significa privar da pureza moral, que Deus pretende para essa pessoa, a fim de satisfazer desejos libidinosos ilícitos. Despertar noutra pessoa estímulos sexuais que não possam ser correta e legitimamente satisfeitos, significa explorá-la ou aproveitar-se dela (I Ts 4,6; Ef 4,19).

(d) Cobiça carnal - Desejo carnal e imoral a que a pessoa daria vazão se tivesse oportunidade de concretizá-lo (Ef 4,22; I Pe 4,3; II Pe 2,18; Mt 5,28). 

By Adventistas-bereanos

 

 

Proposta Novo Código para Jovens; Solteiros e Viúvos de nossa Kehilah (Congregação)

By Israelitas

 

Aprovado e decretado no Fórum Ministerial realizado em Curitiba 1º de Abril de 1994.

1) Idade para namoro: Acima de 16 (ela) e 18 anos (ele). Ninguém será impedido de gostar, mas deve-se evitar isto antes dos 16 anos para a moça e 18 para o rapaz, pois ficariam empatando o tempo entre os que verdadeiramente podem se casar; ficar conversando, se encontrando (“ficar”) ou alimentando esperanças, não será permitido. Os pais devem orientar os adolescentes nesta fase, a que se dediquem ao estudo, ao aprendizado de uma profissão e definitivamente, que não busquem estes namoricos sem proveito. Na verdade, o servo de Deus não busca namoro; busca esposa ou marido.

2) Condições básicas para iniciar relacionamento para o casamento.

Importante: Dentro das novas orientações, fica explicito que não existe mais o chamado "namoro". O que passa a existir é um compromisso de casamento (aos moldes bíblico/judaico), que será firmado pelos interessados mediante o aval e liberação do "Casamenteiro" e um entendimento com os pais e a liderança congregacional de ambos.

  1. Antes de qualquer conversa entre os interessados, o casamenteiro deve ser procurado para intermediar e dar andamento no assunto, caso haja estas possibilidades.

  2. Aprovação dada pelo casamenteiro.

  3. Discernimento entre amor e paixão.

  4. Realmente já existir amor entre ambos. É inadmissível a idéia de começar um compromisso para ver se vão se gostar ou vai dar certo. Não se faz teste com os sentimentos alheios. Para iniciar um compromisso tem que já haver amor. Casamento sem amor resultará em infelicidade e ninguém tem o direito de tornar o outro infeliz. O casamenteiro e os Roshim (líderes) devem se certificar bem disto, antes de dar aprovação.

  5. Condições financeiras para iniciarem e manterem uma vida juntos. Desempregados, estudantes e ou os que não terão como sustentar uma família não devem se envolver neste assunto.

  6. Idades mínimas: moça 16 anos; rapaz 18 anos.

  7. Determinação ao casamento - única razão do compromisso. Ninguém deve ficar cortejando o outro se não houver intenção e possibilidade de casamento no prazo de um ano ou pouco mais...

  8. Firmeza em não se permitirem liberdades e determinação em chegar ao casamento em estado de pureza. Abraços, beijos, mãos no ombro e na cintura, permanência em lugares isolados e viajarem sozinhos de ônibus ou qualquer outra condução, não são admissíveis!

  9. Possibilidade de um casamento em no máximo um ano ou pouco mais.

  10. Ambos serem da Kehilah (ou familiares congregantes) – II Cor 6:14

  11. Respeitarem e submeterem-se às normas da (Kehilat Eloyim) Igreja de Deus.

Obs: Antes do casamento, os jovens devem participar de cursos e palestras, orientando-se sobre o casamento e como serem felizes.

3) Liberdades: O máximo tolerado entre um casal compromissado, oficialmente definido, será segurar nas mãos. Além disto? Beijos, abraços, carícias, mãos no ombro e na cintura - são considerados inadmissíveis, pois provocam excitação e aí é o limite, pois a excitação fora do casamento é pecado. Lembremo-nos que até o pensamento malicioso ao se olhar para uma mulher, foi considerado por Jesus como adultério!

a) Viagens de ônibus: Sempre acompanhado e o acompanhante ocupará o banco imediatamente atrás ou lateral, mantendo o casal sob constante vigilância.

b) Visita na casa para conversar: Permitir no máximo uma ou duas vezes por semana, em determinados horários definidos pelos pais, mas que nunca devem exceder às 22 horas, salvo em casos realmente especiais. Os jovens devem evitar muitos encontros e longos períodos juntos e não impedir que a namorada ou noiva deixe de lado seus estudos e afazeres normais. O casal deve ficar sempre dentro de casa e nunca longe da presença ou visão dos familiares.

c) Dormir na casa da(o) compromissado: Totalmente desaconselhado. Deve-se evitar, mas se não for possível, os pais devem se prevenir para que não haja seqüência do relacionamento no silêncio dos familiares. Os pais serão responsabilizados se houverem problemas neste sentido.

d) Comportamento nas reuniões: Desaconselha-se que fiquem sentados juntos, mas se isto ocorrer um não deve tocar o outro, mesmo nas mãos. Se no andamento do serviço se notar este tipo de atitude, o responsável local cuidará que alguém, discretamente e com amor, advirta ao casal. Se persistirem, poderão ser convidados a deixar o recinto ou advertidos publicamente, uma vez que está havendo falta de respeito ao ministério e reverência na Casa de Deus. Em separado, não devem ficar se olhando, mas ligados ao serviço divino.

Obs: Mesmo depois de casados, os cônjuges devem ser prudentes neste sentido. É indecente os casais que vivem aos abraços e beijos em público! O Exemplo deve vir de cima...

4) Respeito ao Shabat: Conforme Isaías 58, o Sábado é um dia santo, dedicado ao Eterno, e não é para tratarmos de nossos interesses particulares. Portanto, não é dia para se dedicar ao relacionamento. Se for impossível uma separação neste dia, os jovens compromissados devem tratar apenas de temas espirituais.

5) Passeios e encontros de jovens em geral: Será permitido somente com a presença de um casal do ministério ou por este designado, para monitorar o evento e o comportamento dos participantes. Importante: Fora das reuniões, moças e rapazes ficarão sempre em grupos separados, sendo permitido apenas conversas esporádicas, que não demonstrem estarem tratando de compromisso, pois isto exige a intervenção antecipada do casamenteiro.

6) Oficialização perante os pais, o ministério e a Kehilah: O Conselheiro se encarregará de estabelecer o contato com os pais e a liderança congregacional (o jovem deve, sempre antes, procurar o Conselheiro – Casamenteiro – e expor os seus interesses). O quanto antes possível se fará uma reunião onde tornarão oficial e público o compromisso e assumirão responsabilidades perante Deus e a Kehilah. Na verdade, estará sendo estabelecido um pacto, envolvendo o casal, seus pais e o ministério. O ministério observará e deverá ser informado imediatamente por membros da Kehilah e pelos pais, se este código for desrespeitado. Os pais responderão perante o ministério e a Kehilah, por sua responsabilidade neste pacto.

7) Compromissos com os pais e o ministério: Se começar a haver brigas ou um terminar com o outro, os pais devem ser imediatamente informados e o casal comparecerá perante o ministério para as devidas satisfações. Se ficar comprovada atitudes anticristãs, disciplinas deverão ser aplicadas. Se os pais souberem de irregularidades terão o dever de aconselharem o casal compromissado e informar imediatamente o ministério.

8) Acerto de datas e horários para noivado e casamento: Tudo deve ser previamente combinado com o casamenteiro, os pais, o ministério e o oficiante, antes de se marcar as datas ou imprimir os convites. Não deverá haver cerimônia no Shabat, mesmo depois do pôr-do-sol. O noivado deverá ocorrer uns dois meses antes do casamento e será praticamente um casamento, dado a grande responsabilidade do ato.

9) Oficiante: Os noivos devem decidir com o líder local. Um oficiante de fora só poderá ministrar se houver pedido e autorização do líder local. Os noivos arcarão com todas as despesas, caso convidem um oficiante de fora e não poderão usar fundos da Kehilah.

10) Omissão: Todo o membro da Kehilah, jovem ou não, que souber ou tiver conhecimento de desobediência a este código por parte de casais compromissados, principalmente de liberdades, intimidades, prostituição e ou adultério e não comunicar imediatamente ao líder ou responsável local, será enquadrado como omisso e cúmplice e sofrerá igualmente disciplina.

11) Cerimônia de Casamento: Nosso ministério só deverá realizar cerimônias conforme as últimas orientações, ou seja, na liturgia judaica. Cerimônia estilo romana, se feita, será de inteira responsabilidade do oficiante. O casamento civil deve ser sempre feito antes do religioso e ambos nunca em dia de Sábado. Os noivos devem se informar acerca da chupah (toldo de casamento), pois não é qualquer barraquinha, devem evitar praticas romanas com noivinhas, porta-alianças, jogar o bouquet da noiva, cortar gravatas etc. Os noivos devem estar em jejum...

12) Virgindade/Vestes brancas: Somente serão permitidas aos noivos verdadeiramente virgens. Se noivos virgens decidirem usar trajes de outras cores, devem declarar ao ministério esta opção, mas que são virgens. Nós, bem como as Escrituras, reconhecemos, valorizamos e incentivamos a pureza e a virgindade.

13) Sem cerimônia religiosa: Aqueles que ultrapassarem os limites exposto neste código (Ex: relação sexual antes do casamento), não terão direito à cerimônia religiosa. Como consideramos essencial o casamento religioso, mesmo que haja um casamento civil, o casal ficará em disciplina e considerado em prostituição, até que o ministério decida por uma normalização da situação, após observar uma estabilidade no relacionamento (vivendo bem, sem brigas, congregando, etc.). Dependendo da gravidade das transgressões (ex: adultério), o casal poderá ser, inclusive, impedido de congregar, para evitar problemas na Kehilah local.

14) Normalização da situação: Para normalizar uma situação desta, o responsável poderá exigir uma separação física e domiciliar do casal, por um tempo, variável de 15 a 60 dias, devendo os dois se reencontrarem somente na data determinada. No caso, deverá haver um pedido de perdão à Deus,perante a Kehilah, pelo casal e será feita apenas uma oração (não cerimônia de casamento) pela reconciliação do casal com Deus e a Kehilah e pela legitimação de sua união. Somente a partir disto, serão realmente considerados casados. O casal ainda permanecerá em comunhão parcial (com a Kehilah) por algum tempo, não sendo permitido que, de imediato, assumam cargos.

15) Festas: Sendo convidados os membros da Kehilah, nunca permitir bebidas alcoólicas, músicas mundanas ou bailes. Somente danças israelitas alusivas serão permitidas. Se for oferecida comida fabricada por terceiros, um oficial da Congregação deve testemunhar a assinatura do contrato e deverá acompanhar ou designar alguém para conferir pessoalmente o preparo e distribuição destes alimentos, quanto à origem, nos padrões de Levíticos 11.

14) Curso de noivado: Dentro do possível, todo o casamento realizado por oficial da kehilah Eloyim, deve ser precedido por palestras sobre a vida de um casal israelita. A duração do curso despenderá do nível espiritual do casal de noivos.

15) Nem casados, nem solteiros: Serão considerados em situação irregular e não deverão participar de agrupamentos ou reuniões de jovens, os que, sendo casados, estão separados, mas não divorciados. Mesmo que divorciados estes devem merecer uma atenção redobrada dos líderes congregacionais e do Casamenteiro, pois sua separação deve ter um embasamento convincente e não queremos novas vítimas.

16) Prostituição, Adultério, etc: A punição para os que se envolvem em prostituição, adultério ou aventureiros desta área, deve ser rigorosa (um ano afastado de comunhão ou até mesmo, impedimento de congregar) e os líderes devem comunicar às demais lideranças e congregações...

17) Aparência do mal: Devemos evitar visitas masculinas a casas onde só esteja a mulher ou que residam só mulheres. Fica mais grave ainda, a permanência por longo tempo ou por pernoites. Isto protegerá a todos da difamação. Há e certamente surgirão exceções. Mas que seja apenas as exceções. Sugerimos que estas visitas sejam feitas por casais.

Sugestões: Gostaríamos que este código, com as inovações incluídas fosse apresentado, inclusive aos líderes, para a proposição de idéias e sugestões...

Curitiba, 7 de janeiro de 2006

Rosh Altair Junqueira

Cons. de Anciãos

 

NOTA o Caminho: Retrógrado? Não! Saudável... Sim. Devido ao tópico SUGESTÕES, tomamos a liberdade de incluir algumas considerações pessoais, porém, que não descaracterizassem o texto original...

 

SAIBA MAIS:

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A Violação da Intimidade.

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